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Centro Espírita Amaral Ornellas

Rua Doutor Leal, 76
Engenho de Dentro
Estende o coração!... Serve, instrui, alivia...
Das sementes sutis de ternura e alegria
Prepararás, agora, o jardim do futuro..
Um dia, voltarás à pátria de onde vieste
E apenas colherás na luz do Lar Celeste
O que dás de ti mesmo ao solo do amor puro.
Trecho do poema Ouve, de Amaral Ornellas
Psicografia de F.C. Xavier
Do livro Antologia dos Imortais

Nosso Patrono
102 anos a serviço do bem
TRATAMENTO ESPIRITUAL
Se você deseja realizar um tratamento espiritual, é necessário passar pelo Atendimento Fraterno, serviço oferecido no horário das reuniões públicas (terça-feira, às 14h30; sábado, às 17h30).
Se você só pode fazer o tratamento à distância, procure manter-se recolhido e em oração nos dias indicados abaixo, das 15h às 15h30 ou das 20h às 20h30.
Primeiro, leia a mensagem que está postada e reflita sobre seu conteúdo; depois, acompanhe a prece que está postada. Em seguida, acompanhe o passe virtual.
É muito importante manter o Evangelho no Lar!
Lembre-se sempre de que o tratamento espiritual não dispensa o tratamento médico e/ou psicológico!
E mantenha firme a sua fé! Confie! Estamos todos/todas sob o Amparo Divino!
Disse Jesus:
"Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
Mateus 28:20
JULHO

27/7/2026
RAZÃO AOS APELOS
“Pelo que, sendo chamado, vim sem contradizer. Pergunto pois: por que razão mandartes-te chamar-me” Pedro (Atos, 10:29)
A pergunta de Pedro ao centurião Cornélio é traço de grande significação nos atos apostólicos.
O funcionário romano era conhecido por suas tradições de homem caridoso e reto, invocava a presença do discípulo de Jesus atendendo a elevadas razões de ordem moral, após generoso alvitre de um emissário do Céu e, contudo, atingindo-lhe o círculo doméstico, o ex-pescador de Cafarnaum interroga, sensato:
– Por que razão mandastes chamar-me?
Simão precisava conhecer as finalidades de semelhante exigência, tanto quanto o servidor vigilante necessita saber onde pisa e com que fim é convocado aos campos alheios.
Esse quadro expressivo sugere muitas considerações aos novos aprendizes do Evangelho.
Muita gente, por ouvir referências a esse ou àquele Espírito elevado, costuma invocar-lhe a presença nas reuniões doutrinárias.
A resolução, porém, é intempestiva e desarrazoada.
Por que reclamar a companhia que não merecemos?
Não se pode afirmar que o impulso se filie à leviandade, entretanto, precisamos encarecer a importância das finalidades em jogo.
Imaginai-vos chamando Simão Pedro a determinado círculo de oração e figuremos a aquiescência do venerável apóstolo ao apelo.
Naturalmente, sereis obrigados a expor ao grande emissário celestial os motivos da requisição. E, pautando no bom senso as nossas atitudes mentais, indaguemos de nós mesmos se possuímos bastante elevação para ver, ouvir e compreender-lhe o espírito glorioso. Quem de nós responderá afirmativamente? Teremos, assim, suficiente audácia de invocar o sublime Cefas, tãosomente para ouvi-lo falar?
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